Muita gente acha que, se não casar no papel ou não fizer acordo pré-nupcial, cada um fica com o que é seu. Mas no Brasil não funciona assim.
Na maioria dos casos, a Justiça considera a comunhão parcial de bens. Isso significa que tudo o que o casal construiu depois da união — imóveis, investimentos, carros e patrimônio — passa a ser dos dois.
Por isso, conversar sobre dinheiro e regime de bens antes do casamento não é falta de romantismo. É maturidade financeira e proteção para o futuro.
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